Esses dias eu te filmei sorrindo e brincando, meu filho.
Você é uma bênção de Deus, sabia?! Mamãe te ama MUITOOOOOOOOOOOO!!!
"As pessoas dizem que o amor é cego porque elas não sabem o que é o amor.
Só o amor tem olhos. Além do amor, tudo é cego." (não conheço a autoria)
sexta-feira, 17 de junho de 2011
quinta-feira, 5 de maio de 2011
O banho do bebê
São oito horas da manhã e você está quase acordando. Vou até o banheiro e coloco uma água bem quentinha na sua banheira. Volto para o seu quarto, pego você entre os braços, te embalo um pouquinho pra você não assustar e te coloco em cima do trocador.
Você começa a espreguiçar e bocejar. Enquanto isso acontece eu começo a tirar a sua roupinha pra você ficar mais a vontade. Quando você percebe que eu tirei a sua fralda, você sorri pra mim. E levanta as perninhas. E mexe com os bracinhos ferozmente, como se comemorasse a liberdade de nada te apertando. Inevitavelmente você faz xixi com um rostinho bem sapeca... mas eu, que já sei disso, me preparei antes pra bagunça não ser grande.
Quando você começa a querer ficar nervoso, te enrolo em uma toalha-fralda e te levo pro banho. Se você sentir frio, você chora, mas este choro só dura até seus pés encostarem na água morna. Ao perceber que está dentro d'água, você relaxa e olha pra mim com seus grandes olhos (ainda) azul-acizentados e sorri novamente, como se agradecesse por estar tomando um delicioso banho relaxante.
Quando o banho está pra acabar, tenho que conversar com você avisando que vamos sair dali. Eu pego a toalha, te enrolo bem rápido e te aperto contra o peito pra você não sentir frio. Você ensaia um choro que diz: "quero mais!" e eu digo, com um pouco de dor no coração, "mais tarde a gente toma outro banho, tá bem?"
Você tem apenas 2 meses e 3 dias, meu filho. E você já sorri pra mim. E já bate as perninhas e as mãozinhas na água e molha quase todo o banheiro. E já sabe me dizer o que te faz feliz e o que te faz sofrer.
Você ainda é muito novinho, meu filho. E já tem tanto de você em mim que quase não cabe. Tanto amor que eu nem consigo explicar.
Se eu pudesse, eu nunca deixaria você chorar, mas eu sou só a sua mãe, a única coisa que eu posso fazer é te abraçar, te embalar e tentar fazer você entender que tudo passa... mas que as coisas boas podem se repetir várias vezes, se a gente quiser.
Você começa a espreguiçar e bocejar. Enquanto isso acontece eu começo a tirar a sua roupinha pra você ficar mais a vontade. Quando você percebe que eu tirei a sua fralda, você sorri pra mim. E levanta as perninhas. E mexe com os bracinhos ferozmente, como se comemorasse a liberdade de nada te apertando. Inevitavelmente você faz xixi com um rostinho bem sapeca... mas eu, que já sei disso, me preparei antes pra bagunça não ser grande.
Quando você começa a querer ficar nervoso, te enrolo em uma toalha-fralda e te levo pro banho. Se você sentir frio, você chora, mas este choro só dura até seus pés encostarem na água morna. Ao perceber que está dentro d'água, você relaxa e olha pra mim com seus grandes olhos (ainda) azul-acizentados e sorri novamente, como se agradecesse por estar tomando um delicioso banho relaxante.
Quando o banho está pra acabar, tenho que conversar com você avisando que vamos sair dali. Eu pego a toalha, te enrolo bem rápido e te aperto contra o peito pra você não sentir frio. Você ensaia um choro que diz: "quero mais!" e eu digo, com um pouco de dor no coração, "mais tarde a gente toma outro banho, tá bem?"
Você tem apenas 2 meses e 3 dias, meu filho. E você já sorri pra mim. E já bate as perninhas e as mãozinhas na água e molha quase todo o banheiro. E já sabe me dizer o que te faz feliz e o que te faz sofrer.
Você ainda é muito novinho, meu filho. E já tem tanto de você em mim que quase não cabe. Tanto amor que eu nem consigo explicar.
Se eu pudesse, eu nunca deixaria você chorar, mas eu sou só a sua mãe, a única coisa que eu posso fazer é te abraçar, te embalar e tentar fazer você entender que tudo passa... mas que as coisas boas podem se repetir várias vezes, se a gente quiser.
sábado, 2 de abril de 2011
Otávio nasceu, há um mês!
Otávio nasceu no dia 2 de março de 2011. A última vez que escrevi aqui foi quando comecei a sentir ele mexer na minha barriga, na 21a. semana de gestação. De lá pra cá se passaram 22 semanas (ou 5 meses). Tive muito pouca vontade de escrever, depois disso.
Hoje ele completa 1 mês e é, sem dúvida, a maior realização da minha vida, o maior amor que eu já senti, um amor tão grande que parece que não cabe em mim, que me fez enlouquecer um tantinho mais, se é que isso é possível.
Hoje ele completa 1 mês e é, sem dúvida, a maior realização da minha vida, o maior amor que eu já senti, um amor tão grande que parece que não cabe em mim, que me fez enlouquecer um tantinho mais, se é que isso é possível.
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